FRASE DO DIA

"Não podemos afirmar que se lê menos hoje do que há três décadas. É possível que se leia de forma diferente" (Míriam de Freitas)



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Cronogramas de leituras (Turma 101)

Cronograma de leituras
Turma 101

5 de outubro
“A favor do vento”
“Édipo, o maldito”
“O inspetor geral”

19 de outubro
“Na rota do perigo”
“O cavaleiro inexistente”

20 de outubro
“O coronel e o lobisomem”

Cronograma de leituras TURMAS 201 - 202


Cronograma de leituras do 3° trimestre

6.10.09
Memórias de um sargento de milícias
Memórias póstumas de Brás Cubas


13.10.09
Quincas Borba
Dom Casmurro


20.10.09
O cortiço
O mulato


27.10.09
Luzia-Homem

Realismo: Machado de Assis

Pessoal:

O vídeo acima auxiliará a compreender um pouco mais o Realismo e a escritura de Machado de Assis, além disso, deixo aqui as seguintes dicas:

Por que o Realismo e não mais o Romantismo?

Na segunda metade do século XIX, o mundo agitava-se. No plano científico-filosófico, verifica-se uma verdadeira onda de cientificismo e materialismo.

Desta forma, a literatura não podia mais, como no tempo do Romantismo, viver de idealizações, do culto do eu e da fuga à realidade. Era necessária uma arte mais objetiva, que atendesse ao desejo do momento: o de analisar, compreender, criticar e transformar a realidade.

O que significou o desenvolvimento no plano científico-filosófico?

Positivismo
Criado por Augusto Comte, parte do princípio de que o único conhecimento válido é o conhecimento positivo, isto é, oriundo das ciências.

Determinismo
Criado por H. Taine, parte do princípio de que o comportamento humano é determinado por 3 aspectos básicos: o MEIO, a RAÇA, o MOMENTO HISTÓRICO.

Darwinismo
Criado por Charles Darwin em sua obra Origem das espécies (1859). Nesta obra, Darwin apresenta a teoria da seleção natural, segundo a qual a natureza ou o meio selecionam entre os seres vivos aquelas variações que estão destinadas a sobreviver e perpetuar-se.

Abraços

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Política e Literatura


Pessoal:
Depois ainda perguntam o que a Literatura tem a ver com a realidade...
Abraços
PS.: Para aqueles que ainda não conhecem o mocinho aí em cima: Eça de Queirós, autor português, do século XIX (imaginem, se já no século XIX já acontecia isso, o que sobre para hoje...)

terça-feira, 18 de agosto de 2009

EX-ALUNO EM ISTAMBUL

Istambul

Pessoal:
Meu ex-aluno da UNISC está fazendo pós-graduação na Alemanha. Todavia, agora -pelo jeito em férias - viaja pela Europa (desde a Grécia ou Turquia até a Escandinávia, Oslo-Noruega). Isso vai ser ótimo, pois ele visitará lugares importantes para a Arte - Literatura - e talvez publique fotos. Estas por sua vez, com a autorização dele, é claro, utilizarei nas aulas de Literatura.
Abraços

FRAGMENTO DO BLOG DE VIAGEM DE MARCELO:

"Chegueı em Istanbul la pelas 3 da manha. O cenário pela janela era muito bonito: as luzes da cidade e pairando um pouco acima das luzes a lua em forma de C como na bandeira turca. No aeroporto esperei amanhecer pra pegar o transfer pra cıdade. O lugar aqui e ınteressante, de um lado a Mesquita Vermelha e do outro o Mar de Marmara. A noite acabou de chegar e estou tentando algumas fotos. Da próxima vou preparar o cabo e publicar algumas. A tarde fui para o Soltanhamed, parte antiga da cidade e para a Mesquita Azul."





domingo, 16 de agosto de 2009

Meu recado para a volta às aulas




Recado para o início das aulas:

EU AMO LITERATURA!

sábado, 15 de agosto de 2009

"Copromancia": lendo o futuro nas fezes (Parte II)

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LITERATURA







Para aqueles que leram a postagem anterior, pode ter ficado a dúvida: qual é a relação entre a história narrada com a realidade? Dentre as possíveis relações, destaco, inicialmente, aquela apresentada por Gilberto Dimenstein - colunista da Folha de São Paulo e da Rádio CBN - que relaciona a temática central com o contexto político brasileiro.


Abraços




Secreções, excreções e desatinos




"[...] Se a indignação da população ante os desperdícios já incomoda os governantes, calcule o que aconteceria se, por acaso, um escândalo ocorresse coincidentemente naqueles meses em que o contracheque viesse vazio.
No seu mais recente livro, intitulado "Secreções, Excreções e Desatinos", Rubem Fonseca, mestre do conto, criou um personagem que lê o futuro nas fezes. Sem querer, criou um símbolo da condição atual do brasileiro, obrigado a descobrir no excremento público seu destino. O símbolo combina com a peça produzida pelo artista plástico Siron Franco, exposta em frente ao Congresso -é um cubo com o nome de "Fezes"."